jusbrasil.com.br
25 de Junho de 2017

Fosfoetanolamina Sintética - A chance de cura do câncer negada pelo Estado

Pesquisado há mais de duas décadas, barreiras burocráticas impedem o cidadão de ter acesso livre ao tratamento com o medicamento, somente através das vias judiciais.

Caio Guimarães Fernandes, Advogado
há 2 anos

Em continuidade ao meu artigo anterior, este também irá tratar sobre o dever do Estado de fornecer tratamento adequado aos cidadãos, porém neste artigo, o tema será mais específico.

Aqui será abordada a necessidade e obrigação do fornecimento do medicamento FOSFOETANOLAMINA SINTÉTICA, que está em crescente debate, sendo considerado por muitos como a cura do câncer, para as pessoas que sofrem desta doença.

Antes de iniciarmos a discussão jurídica sobre a matéria, é necessário discorrer sobre o medicamento que está sendo pedido junto a justiça.

A FOSFOETANOLAMINA é uma substância produzida pelo corpo humano e pode ter como função ser antitumoral, possuindo ação antiproliferativa e estimula a apoptose, que seria uma “morte celular programada”, ou seja, impede que o câncer se espalhe e produz a morte de suas células.

Os estudos com esta substância foram iniciados no começo dos anos 90 pelo professor Gilberto Orivaldo Chierice, no Instituto de Química de São Carlos – USP, e o mesmo descreve a ação da substância como uma espécie de marcador, sinalizando para o corpo sobre a célula cancerosa, deixando as mesmas mais visíveis para que o sistema imunológico a possa combater.

A pesquisa que vem sendo realizada há 20 anos, e conta com dissertações de mestrado apontando resultados positivos na contenção e redução de tumores, através da utilização da droga em animais, e atualmente mais de 800 pessoas se tratam com o remédio tendo resultado positivos em seu tratamento.

Sendo assim, qual é o problema com o medicamento que não é distribuído livremente pelo Estado?

Acontece que a FOSFOETANOLAMINA SINTÉTICA é uma substância experimental, e apesar de usuários e familiares descreverem melhora significativa no combate à doença utilizando o medicamento, o mesmo não possui registro na ANVISA, e assim, consequentemente, não pode ser distribuído livremente para a população.

O medicamento chegou a ser distribuído no passado, porém a Portaria 1389/2014 proibiu o fornecimento do medicamento.

O problema se encontra no artigo 12 da lei 6360/76, lei que regula sobre a Vigilância Sanitária a que ficam submetidos os medicamentos. Este artigo expressa que nenhum dos produtos, a que se refere a Lei, inclusive os importados, poderiam ser industrializado, exposto à venda ou entregue ao consumo antes de registrado no Ministério da Saúde.

Porém, a solução se apresenta no corpo da mesma lei, continuando a leitura da lei 6360/76, em seu artigo 24, está expresso que estão isentos de registro os medicamentos novos, destinados exclusivamente a uso experimental, sob controle médico, podendo, inclusive, ser importados mediante expressa autorização do Ministério da Saúde, ou seja, por ser uma substância experimental, a mesma está isenta de registro.

Assim por mais que parece descabido o fornecimento de medicamentos que não possuem registro na ANVISA, há de se levar em conta a situação em que se encontra o individuo, situações excepcionais como é o caso do câncer, um doença grave, deve ter em seus casos uma relativização para garantir os direitos fundamentais do cidadão, como o direito a vida.

No campo jurídico, como dito no artigo anterior, tem-se como garantido o direito do ser humano à vida, a Constituição Federal consagrou a dignidade humana como o maior bem a ser protegido, como pode ser visto no artigo 3˚ da referida lei, que diz

Assim, em os artigos 196 e 197 da Constituição Federal, garantem que é dever do Estado fornecer o tratamento adequado aos cidadãos, protegendo o indivíduo e garantindo o direito a saúde e a vida.

A lei 8080/90, que regula o Sistema Único de Saúde – SUS, garante que o cidadão tem o direito à universalidade de acesso ao serviços de saúde, em todos os níveis de assistência, bem como à integralidade de assistência, o que pode ser entendido como conjunto articulado e contínuos de ações e serviços, em todos os níveis de complexidade do sistema, e também à preservação da autonomia das pessoas na defesa de sua integridade física.

Assim é inconcebível negar o tratamento ao indivíduo, que, para o combate à sua doença, muitas vezes, tem como sua ultima esperança de viver a utilização deste medicamento.

A ausência do registro do medicamento na ANVISA não afasta a responsabilidade do Estado, de garantir ao indivíduo custear o tratamento adequado para garantir a sua dignidade.

Isso se comprova com o resultado das ações ingressadas frente ao Estado e a USP, as decisões judiciais proferidas nestes casos se mostram a concordar com as ideias aqui expressas, há a relativização das leis reguladoras para garantir a integridade do indivíduo.

Ao ingressar com uma ação para o fornecimento deste medicamento, o judiciário tem se posicionado de forma a obrigar o Estado e a USP para a disponibilização do medicamento ao cidadão, tal posicionamento, se reproduz tanto em caráter liminar, fazendo com que a pessoa tenha acesso ao medicamento em poucos dias, quanto em caráter definitivo, o que traz grande alívio para os que sofrem com esta terrível doença.

118 Comentários

Faça um comentário construtivo para esse documento.

Não use muitas letras maiúsculas, isso denota "GRITAR" ;)

Em nosso Pais a letargia dos órgãos públicos é grande e única responsável pelo atraso da Nação no campo cientifico, aliado a corrupção, ausência de Patriotismo, ausência de senso critico de um povo com formação educacional caótica.
O medicamento citado pelo Dr. Caio Guimarães Fernandes a "Fosfoetanolamina Sintética - A chance de cura do câncer negada pelo Estado" , que o Estado brasileiro, bloqueia o acesso, obviamente esta lastreado em interesses de laboratórios estrangeiros e muita "conversa de bolso", onde não interessa a pesquisa cientifica, interessa o dinheiro farto e fácil, derrogando as Ciências nesta Nação à compras polpudas de tecnologias, as quais sabemos, Cientistas brasileiros, já as tem, mas os GOVERNOS "NÃO SE INTERESSAM" em desenvolvê-las, comprar de fora dá mais "lucro" aos membros interlocutores, e o Brasil, bem o Brasil continua perseguindo países Africanos, para ver onde Chegamos, talvés ali perto da Nigéria, quem sabe? continuar lendo

Olhem isso:

http://www5.usp.br/99485/usp-divulga-comunicado-sobreasubstancia-fosfoetanolamina/ continuar lendo

Gostaria de saber mais sobre o medicamento, tenho um familiar que sofre desta doença, gostaria de entrar em contato para pedir na justiça a medicação. continuar lendo

Erick, compreendo seu desespero e intenção de ajudar seu parente, porém é uma droga que não passou nem pelos estágios iniciais de verificação de sua eficácia em humanos, posologia, orgão algo, etc.
Recomendo ter cautela em relação a isso .
Segue recomendação de leitura:
http://drfelipeades.com/2015/08/30/fosfoetanolamina-sintetica-fosfoamina-entenda-porque-essa-substancia-naoeum-medicamento-contraocancer/ continuar lendo

http://www5.usp.br/99485/usp-divulga-comunicado-sobreasubstancia-fosfoetanolamina/

http://www5.iqsc.usp.br/esclarecimentosasociedade/ continuar lendo

http://www5.usp.br/99485/usp-divulga-comunicado-sobreasubstancia-fosfoetanolamina/ continuar lendo

Um aspecto é jurídico... outro é o aspecto médico, em especial no que diz respeito à bioética...
Por diversas vezes a imprensa leiga noticia "descobertas milagrosas" com efeitos "comprovados" para esta ou aquela doença, baseados em resultados preliminares "positivos" de "pesquisas" com desenhos inadequados ou com uma volume de dados insuficientes...
Entendo o clamor que uma doença como "o câncer" levanta, bem como a comoção que um diagnóstico desses provoca em um indivíduo e sua família...
Aqui valem algumas considerações, o código de ética médica é explícito ao obrigar o profissional a ofertar o que há de melhor, à luz do conhecimento atual, ao paciente...
No caso específico de pesquisas, além da necessidade de um protocolo bem definido sobre a pesquisa como um todo, é fundamental o entendimento do paciente acerca de seu papel que é, para não usar de meias palavras, ser cobaia do teste de uma medicação que pode ou não ser efetiva, mesmo sendo efetiva pode trazer uma série de efeitos deletérios sobre o seu organismo (alguns destes são de longo prazo) e que o tamanho da amostra (número de pessoas a serem testadas) é fator decisivo para que a análise desta pesquisa tenha um peso estatístico elevado...
Não existe "um câncer", na verdade existem dezenas (para não dizer centenas) de cânceres, com mecanismos extremamente diversos em sua origem, patogenia e prognóstico...
Até por conta desta diversidade é virtualmente impossível se encontrar uma "pedra filosofal" para o câncer... (apenas para informar, de maneira geral hoje 85% dos cânceres são curáveis, por diferentes tipos de tratamento - cada um mais adequado para cada tipo específico de câncer).
Dito isto, afirmar que "mais de 800 pessoas se tratam com o remédio tendo resultado positivos em seu tratamento" é uma verdade parcial... Quais cânceres? em que condições estavam estes pacientes? Quantos foram tratados no total? Qual a proporção dos tratados estes "mais de 800" representam? Quais os efeitos deletérios de curto e de longo prazo da droga? Possíveis interações entre esta droga e outras drogas que por ventura o paciente possa necessitar?
Na verdade esta é uma situação clara, na qual existem muito mais perguntas serem respondidas do que respostas prontas... E porventura quaisquer indivíduos que queiram se "beneficiar" desta droga, devem estar cientes de que serão cobaias, com possibilidade de benefícios sim, mas também com possibilidades de prejuízo...
Daí o caráter "experimental" da droga em questão... Nesta situação obrigar, por via judicial, o estado a fornecer uma droga da qual não se conhece os efeitos reais, tanto benéficos, quanto maléficos, é no mínimo um contrassenso, pois expõe os indivíduos a um risco em um momento no qual se encontram extremamente vulneráveis, nem sempre estando preparados para tomar uma decisão realmente esclarecida...
Para entender a importância de longo prazo, basta lembrar que até há alguns anos atrás a "terapia de reposição hormonal" era algo considerado "obrigatório" em mulheres na perimenopausa... E Seu uso foi generalizado por décadas, até quem no início dos anos 2000, uma pesquisa (a primeira até então -pois o uso até este momento era empírico, baseado no fato das mulheres "melhorarem" com a TRH), mostrou que o uso prolongado (cinco anos ou mais) dos medicamentos mais comumente utilizados, não apenas não trazia os benefícios que se acreditava, como ainda por cima aumentava o risco de morte por complicações cardiovasculares... continuar lendo

Até que enfim alguém com sensatez e equilíbrio!!! continuar lendo

Concordo, há diversas perguntas a serem respondidas, sobre o medicamento.
Ocorre que não é algo recente, é uma pesquisa realizada há duas décadas e meia, com resultados comprovados, com teses de mestrado com estudos sobre o efeito positivo da droga, em uma das maiores universidades do mundo, a USP, então não é tão arbitrário e desconhecido.
O medicamento, pelo que as pesquisas dizem, não produzem efeitos colaterais. Na verdade é uma substancia sintética que o nosso próprio organismo produz, e essa substancia estimula o sistema imunológico a combater a doença.
O sistema imunológico combate a doença e não o medicamento.
Enfim há questões serias em relação ao medicamento, sobre as agências reguladoras, e a industria farmacêutica em relação a este caso específico.
Eu acredito que uma pessoa doente procura soluções para seus problemas, e mais, quando as possibilidades se esgotam, é uma crueldade impedir que a esperança acabe, quando no caso há tratamentos eficazes, como este, só que por burocracia não estão regulamentados.
Assim, juridicamente é possível dar suporte a essas pessoas que necessitam do medicamento e veem nele a solução, como foi para muitas outras pessoas. continuar lendo

Caio: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/82/82131/tde-12022008-135651/en.php (estudo feito em ratos...)
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/82/82131/tde-30072007-162431/en.php (estudo feito em ratos...)
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17147/tde-15122012-123717/en.php (estudo feito em ratos...)
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5160/tde-20052013-145336/en.php (estudo feito in vitro e em ratos...)
Em uma rápida busca em bases de dados médicas, não se encontra estudos clínicos em seres humanos, pelo menos não publicados... continuar lendo

Além do mais há um claro juízo de valor colocado na expressão:
"quando as possibilidades se esgotam, é uma crueldade impedir que a esperança acabe, quando no caso há tratamentos eficazes, como este, só que por burocracia não estão regulamentados."
Do ponto de vista ético pode ser tão cruel quanto "impedir que a esperança acabe", criar falsas esperanças em alguém...
O que foi questionado por mim é justamente a parte do "quando há tratamentos eficazes, como este", uma vez que não existem ensaios clínicos que dêem suporte a isto, não é uma questão apenas de "burocracia"... continuar lendo

Clayton de Carvalho Coelho,
sim no artigo diz expressamente que os estudos foram feitos em ratos.

Em nenhum momento eu estou abordando o assunto do ponto de vista médico, ou atestando a sua real eficácia.

O artigo diz o que é a Fosfoetanolamina, que existem estudos sobre a Fosfoetanolamina Sintética, que existem pessoas utilizando com depoimentos favoráveis, que sua distribuição foi interrompida e o motivo, que esse motivo juridicamente não é valido, e como as decisões judiciais se mostram.

Não há propaganda

Quanto ao juízo de valor, é claro que existe, é o que eu penso sobre a matéria, porém eu o fiz nos comentários e não no artigo. continuar lendo

Se o remédio é indiscutivelmente eficaz, se já passou pelos devidos testes e foi aprovado, por que ainda não foi registrado na Anvisa? Não entendo do processo de registro de medicamentos e patentes farmacêuticas, mas todos conhecemos a voracidade dessa indústria. Se houver remédio, há uma grande indústria com lucros bilionários por trás. Por que no caso desse remédio está parado há mais de duas décadas? Como não há uma indústria interessada em investir na cura do maior flagelo da humanidade? São questões que me fazem pensar. Pelo que averiguei, a própria USP defende que a droga seja regulamentada, mesmo porque eles não tem como produzir o medicamento em larga escala. Parece que não foi feito sequer um estudo com grupo controle, e evidências anedóticas não são, de maneira alguma, evidências científicas. continuar lendo

Clayton, a substancia foi testada em humanos na pesquisa do pro.Chierice, qje obeteve bons resultados, a depender da preservacao do sjstema imunologico das pessoas que se submeteram ao estudo pois a quimioterapia, como sabe, destroi tambem o s.i. dos pacientes. Qto ao cancer, são diferenciados pq acometem diferentes órgãos, mas a causa parece sempre ser a mesma: disfuncao celular e ligado ao PH sanguineo, acidificado. A cura está a nivel celular, nao importando o orgao afetado. Portanto, com todo respeito, discordo de seus comentários, pois ainda que um só testemunho aponte para a melhora das condicoes daquele que sofre desse mal terrível, ele é válido e deve ser levado em consideração. Em tempo: os próprio pesquisador afirma nao haver efeitos colaterais. continuar lendo

Câncer causado por PH do sangue acidificado? Certamente isso saiu dos vídeos do dr. Lair Ribeiro. Se o Ph do nosso sangue baixar em décimos a gente morre. Assim, quase que instantaneamente. Os rins servem justamente pra regular a acidez do organismo. A urina acidifica para que o restante do corpo permaneça no Ph ideal. Isso é pseudociência da mais péssima qualidade. Dessas que acham que se cura câncer com limão e banana. Obscurantismo científico não salva a vida de ninguém. continuar lendo

Adriana, tomando sua frase "obeteve bons resultados"... Onde estão os dados desta pesquisa? Em qual periódico foi publicada?
Digo isto enquanto Médico...
Sou extremamente solidário aos portadores de câncer, já tive diversos entes queridos acometidos da doença, alguns se curaram outros foram a óbito... Não me oponho a se usar uma droga experimental... Desde que isto esteja, de fato, claro para os paciente e familiares - a condição de "cobaia" à qual o paciente está exposto nesta situação, com todos os riscos e benefícios em potencial...
Lidar com o risco/benefício é (ou deveria ser...) parte do cotidiano de qualquer profissional Médico... Não existe risco 0, assim como não existe 100% de benefício em nenhum tipo de tratamento...
O grande objetivo de qualquer ensaio clínico é sempre tentar se estabelecer esta relação, para que possamos tomar decisões...
Não nego o peso na indústria farmacêutica (no mundo, e não apenas no Brasil)... Tanto que existe um projeto no Senado (Projeto de Lei nº 200/2015 - http://cebes.org.br/2015/04/projeto-de-lei-retira-da-sociedade-brasileiraocontrole-das-pesquisas-envolvendo-seres-humanos/) com objetivo de se flexibilizar as normas para realização de pesquisas envolvendo seres humanos, o que interessa de fato apenas à indústria farmacêutica...
A dita "burocracia" para aprovação de qualquer novo medicamento envolve aspectos éticos muito delicados... Antes das atuais normas (que de maneira geral são inspiradas na Convenção de Genébra), casos como a já citada Talidomida eram extremamente comuns, sugiro também que assistam a um filme bem interessante:
Este: https://www.youtube.com/watch?v=5H24-PHs3Us , é um documentário sobre uma "pesquisa" conduzido nos EUA, sobre a sífilis, que se tornou um grande escândalo no início da década de 1970...
A grande maioria das pessoas não faz a mínima ideia das mais diversas atrocidades cometidas em nome da busca pelo conhecimento, antes da criação destas regras... continuar lendo

Adriana Aparecida: reforçando o que eu disse anteriormente, não há pesquisas (pesquisa de fato...uso em condições definidas e controladas...) em seres humanos...
destaco "Ainda segundo a Anvisa, no caso da fosfoetanolamina, a agência não recebeu qualquer pedido de avaliação para registro dessa substância, nem mesmo pedido de pesquisa clínica, que é a avaliação com pacientes humanos. “Isto significa que não há nenhuma avaliação de segurança e eficácia do produto realizada com o rigor necessátrio para a sua validação como medicamento”, concluiu." publicado ontem em:
http://saúde.estadao.com.br/noticias/geral,tj-suspende-distribuicao-de-suposto-remedio-contra-cancer,1771233 continuar lendo

Doutor você não sente nenhum um pingo de consciência em se dirigir até este fórum para defender uma das maiores mentiras frutos da pura ganancia desmedida corporativista da industria mercenária dos lucros? Que são os grandes laboratórios? Não existe nenhuma auto ilusão tão incoerente do que a ganancia por dinheiro doutor porque quando acontecer a inevitável separação do corpo físico com o espirito (morte) não importa quanto dinheiro você tenha acumulado em sua vida, o dinheiro ira permanecer neste planeta, mas nem você e nem toda a geração de sua família levarão um único centavo deste planeta. Então lhe faço novamente a mesma pergunta doutor? Você não sente nenhum um pouco de dor de consciência para defender os interesses de uma industria falaciosa que vende a falsa cura do câncer por meios destes tratamentos como radioterapia e quimioterapia, em que menos de 7% das pessoas que se submetem a esta industria bilionária da morte sobrevivem? A quimioterapia foi a maior mentira convencionada para acelerar o processo da morte e da redução populacional no planeta. História da quimioterapia

Inicialmente, a quimioterapia que conhecemos hoje foi desenvolvida na década de 40 a 50 do século XX, após segunda guerra mundial, através do uso da arma química conhecida como gás mostarda.

O gás mostarda foi desenvolvido por M. Depretz em 1822. Foi utilizado pela primeira vez como arma química na I Guerra Mundial pelo exército Alemão contra os Ingleses.

O gás disperso na forma de aerossol tem como propriedades promover lesões na pele, irritação nos olhos e na época da guerra tinha como objetivo deixar os soldados incapacitados para o combate.Dois farmacêuticos Louis S Goodman e Alfred Gilman ao investigarem pessoas expostas à mostarda nitrogenada notaram diminuição na contagem de leucócitos, como também em autópsias de pessoas expostas ao gás mostarda notaram importante diminuição das células da medula óssea e dos órgãos linfóides.
Como a medula óssea é um tecido que apresenta alta taxa proliferação celular, formularam a hipótese que o gás mostarda poderia ser utilizado para o tratamento de câncer. Estes dois farmacêuticos comprovadamente eram adeptos de linhas de consciência espirituais de magia negra, portanto não tinham a menor condição emocional e psicológica para serem levados a sérios pela comunidade científica medicinal, primeiro porque não eram médicos e segundo por suas crenças ideológicas religiosas. E como se explica que uma mistura de arma biológica como o gaz mostarda desenvolvida como arma de guerra letal poderia ser empreendida para curar células cancerígenas? Não é a toa que comprovadamente por centenas de pesquisas científicas que jamais chegam ao conhecimento da maioria da população mundial, a quimioterapia acelera muito mais o processo de crescimento das células cancerígenas matando as pessoas do que o processo natural evolutivo do câncer continuar lendo

Boa tarde Clayton, e demais internautas,
Gostaria de acrescentar algo que você esqueceu de citar em seu post, ou não tem conhecimento, sobre o caráter "experimental" desta droga.

Como você mesmo disse, "Na verdade esta é uma situação clara, na qual existem muito mais perguntas serem respondidas do que respostas prontas... E porventura quaisquer indivíduos que queiram se" beneficiar "desta droga, devem estar cientes de que serão cobaias, com possibilidade de benefícios sim, mas também com possibilidades de prejuízo..."

Bem... o que é então a QUIMIOTERAPIA?
Você sabia que um paciente que está com câncer e opta por fazer a nefasta quimioterapia, precisa assinar folhas e mais folhas de autorizações que falam sobre o efeitos colaterais, queda de cabelos, baixa na imunidade e risco de morte em funçao do tratamento quimioterápico?
.......
Creio que todos aqui entenderam onde quero chegar não? Mas mesmo assim explicarei para que fique claro. Quem tem câncer e se trata com quimioterapia já passa por terríveis efeitos colaterais, todos os dias da sua vida! Não tem uma vida normal! Já é uma cobaia, porque a quimioterapia não dá a certeza de que o paciente vai ser curado! ë o que vem escrito nas folhas que a pobre pessoa deve assinar para fazer o tratamento.

Por isso como você coloca no seu post, "Na verdade esta é uma situação clara, na qual existem muito mais perguntas serem respondidas do que respostas prontas... E porventura quaisquer indivíduos que queiram se"beneficiar"desta droga, devem estar cientes de que serão cobaias, com possibilidade de benefícios sim, mas também com possibilidades de prejuízo..."

Quer mais prejuízo que uma quimioterapia entrando pela veia?
Sem falar no custo para os cofres públicos destes coquetéis quimioterápicos...

Que cada um tenha o LIVRE ARBÍTRIO de fazer o que quer com o seu corpo.
E que a Lei e os advogados sejam o Poder que possa dar uma esperança para estas pessoas. Sem esquecer também que a Esperança é a última que morre. continuar lendo

Boa tarde Clayton e demais,
Estava lendo seu post e resolvi contribuir com o debate, já que vi que o post está incompleto ao meu ver, já que você esqueceu de mencionar alguns detalhes importantes.
Primeiro, você diz que "ser cobaia do teste de uma medicação que pode ou não ser efetiva, mesmo sendo efetiva pode trazer uma série de efeitos deletérios sobre o seu organismo (alguns destes são de longo prazo) e que o tamanho da amostra (número de pessoas a serem testadas) é fator decisivo para que a análise desta pesquisa tenha um peso estatístico elevado..."
Creio que você nunca teve alguém por perto com câncer não é mesmo?
ALGUÉM JÁ VIU A QUANTIDADE DE FOLHAS QUE DEVEM SER LIDAS E ASSINADAS PATRA TER ACESSO AO TRATAMENTO DA QUIMIOTERAPIA?
Estas folhas nefastas, além de outras coisas, afirmam que o tratamento quimioterápico pode não ser eficaz contra o câncer, fala de todos os efeitos colaterais que a pessoa terá durante o tratamento, desde náuseas, tonturas, baixa na imunidade, impossibilidade de levar a vida normal durante o tratamento, entre outras, e cita até risco de morte em função do próprio tratamento!!!!
Então me desculpe Clayton, mas você precisa ler as folhas de autorização de um tratamento quimioterápico.
SEgundo, você diz: "Na verdade esta é uma situação clara, na qual existem muito mais perguntas serem respondidas do que respostas prontas... E porventura quaisquer indivíduos que queiram se" beneficiar "desta droga, devem estar cientes de que serão cobaias, com possibilidade de benefícios sim, mas também com possibilidades de prejuízo..."
Bem...o que posso te dizer sobre este ponto é que realmente QUE BOM que exsite uma possibilidade menos agressiva que pode ser testada, não é mesmo? Porque se for para não ter certeza nenhuma com o tratamento quimioterápico de que o cancer será curado, além de todos os efeitos colaterais que ele comleva, pode-se dizer que o indivíduo que se subemte a uma quimioterapia também é uma cobaia!! Uma cobaia mais cara aos cofre públicos!!
Se existe uma possibilidade com este remédio, se existe mais de 20 anos de estudos com a substância, porque não deixar que cada indivíduo tenha o LIVRE ARBÍTRIO de escolher o que quer testar em seu corpo?
Pergunte às pessoas que tenham injetado em suas veias o coquetel quimioterápico e certamente muitas delas serão a favor de testar em si mesmos a substância.
A sociedade merece outras alternativas. Os cofres públicos também. As leis, advogados e juízes estão aqui para ajudar a quem precisa ter mais esperança, até porque a Esperança é a última que morre. continuar lendo

Clayton, me desculpe mas vocè esqueceu um detalhe importante: Você sabia que para um paciente fazer um tratamento quimioterápico, ele deve ler e assinar folhas e mais folhas, muitas mesmo, de uma autorização para fazer o tratamento? E que nestas folhas nefastas está escrito que a quimioterapia não garante que o paciente vai ser curado? VoCè sabe de todos os efeitos colaterais que uma pessoa sofre em função do coquetel quimioterápico? continuar lendo

Sr. Clayton, em outubro de 2011 minha mãe, 80 anos, acometida de um linfoma, sobrevivente de seis quimioterapias, prostrada em cama de hospital. Seu médico me pede seu quarto, dizendo que o necessitava para outros pacientes. Três dias depois ela falecia. Na época, eu não sabia que a fosfo existia. Se soubesse, e se a tivesse, tê-la-ia ministrado à revelia de qualquer de suas ridículas considerações ou assemelhadas. Sim, ridículas, para aquele momento tinha-se a morte como maior efeito colateral, e a curtíssimo prazo. Qualquer discurso como o seu seria fútil, imbecil, idiota, acima de tudo desnecessário e dispensável. Nem discuto a necessidade dos tais "testes clínicos", da homologação formal, e bla-bla-bla. Só que os desesperados autores das cerca de oito mil liminares cassadas não sobreviverão a estes supostos "cuidados" formais. A fosfo tem 25 anos de existência e um sem número de resultados positivos, e nenhum negativo. Até o químico que a desenvolveu curou-se de um melanona com ela. Quem já a utlizou já realizou em si mesmo estes "testes clínicos", e bem conhece sua resposta. Enquanto se cumpre esta asnocracia, libere-se irrestritamente a fosfo a todos que desejem a utilizar sob sua exclusiva responsabilidade, explicitada por escrito. Como já mencionei, nenhum efeito colateral é mais danoso e ameaçador do que a morte, única expectativa de muitos. Isso é tão óbvio ululante que, por mais que se raciocine, não se consegue encontrar outro impedimento que não seja o da fosfo custar tão somente R$ 0,10 e com isso ameaçar todo o atual lobby triliardário dos atuais sofridos e ineficazes tratamentos de câncer, além de acabar com a especialidade médica de nome oncologia. O câncer vai se tornar assunto de clínicos gerais. Agora, tente nos explicar por que nos submetemos a esta subserviência? Qual nosso compromisso com este lobby? A grana é tanta que consegue propinar todo mundo, principalmente das autoridades, das quais dependem decisões tão óbvias e elementares? continuar lendo

Tá cheio de gente que defende que não pode, na maioria médicos com dor de cotovelo por não ter sido ele o "descobridor", que não foi testado e isso e aquilo, mas que tem a doença sabe que com "o que temos hoje" vão morrer, somente estão gastando dinheiro, e é isso o que importa, sem doentes médicos ganham menos...a conta é simples! Estava com dores no corpo e dormia mal, suplementei com "Cloreto de Magnésio" por 15 dias fiquei 100%, e aposto que todos desse fórum nunca ouviram falar da boca de nenhum médico esse nome, já se tivesse ido ao médico estaria no Flanax, Scaflan e etc... Resumo leiam, adquiram conhecimento, só isso melhora sua vida. Aliás esse Dr. Gilberto poderia colocar a formula e como fazer na net e cada um se vira pra fabricar o seu e tomar como queira...por conta e risco, tem gente que melhorou...abç continuar lendo

Misael Rodrigues concordo plenamente com sua sugestão, fui diagnosticado no ano passado como portador de uma doença cardíaca e após ler bastante sobre o assunto terminei tomando conhecimento dos efeitos benéficos do cloreto de magnésio passando então a tomá-lo por livre iniciativa e em poucos dias resolvi meu problema, nenhum dos cardiologistas que procurei recomendou-me a utilização do cloreto de magnésio, já tinham inclusive recomendado a realização de uma cirurgia, sinto que realmente a indústria farmacêutica é quem manda e o interesse econômico está acima de tudo, em um país corrupto como é o nosso não duvido nada que tenha havido alguma interferência para que o medicamento não seja registrado, afinal se realmente ele curar tão rápido qualquer tipo de câncer vai dar muito prejuízo para a citada indústria. continuar lendo

Misael Rodrigues após acompanhar alguns comentários desse artigo, é bem preocupante ler sua citação, pois nenhum médico ou profissional da saúde fica em uma Universidade estudando pela internet ou comparando casos clínicos de outros pacientes sem nem ao mesmo ter histórico dos fármacos e a patologia do individuo e ainda ter que possuir mais uma grande quantidade de informações adquiridas em seus anos de residências e estudos de toda fisiologia humana.
A automedicação é um grande perigo para o organismo, pois o mesmo sem uma analise clinica poderá ter efeitos contrários ou mesmo tendo efeitos positivos em longo prazo, causara outras disfunções no organismo como até mesmo o câncer. Mesmo tomando por conta e risco, cada individuo ira buscar tratamento e isso terá custos seu se possuir um plano de saúde ou do estado sendo assim uma questão de saúde pública no Brasil.
A Fosfoetanolamina infelizmente não foi aprovada pela ANVISA por não atender todos os critério que sua legislação contém, que são muitos. No Brasil infelizmente se não for um negocio que de dinheiro os nossos governantes eles não dão importância. Já temos um fato para provar, como por exemplo, a comercialização de transgênicos como era um negocio rentável e muitos ganhariam dinheiros em cima foram criadas varias emedas para que o mesmo se torna-se legal no Brasil e foi um processo muito rápido, e os procedimentos exigidos pela ANVISA e CTNBIO foram adaptados para o produto, tudo isso com uma grande empresa atrás "pressionando" os governantes.
Abç continuar lendo

Excelente ideia Misael Rodrigues. A doença não espera e o governo quer mesmo a patente para dominar. continuar lendo

Olhe estas informações:

http://www5.usp.br/99485/usp-divulga-comunicado-sobreasubstancia-fosfoetanolamina/

http://www5.iqsc.usp.br/esclarecimentosasociedade/ continuar lendo